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Petrobras: suas ações continuarão subindo?

Um dos melhores investimentos nos últimos 12meses foi investir nas ações da Petrobras. Os papéis sem direto a voto tiveram apreciação de 115,5% no período. O presidente escolhido, Pedro Parente, com carreira bem-sucedida no setor privado trouxe de volta um discurso comprometido com a razoabilidade econômica. Nada muito sofisticado: apenas relembrou que despesas e investimentos têm que caber no orçamento. Essa máxima havia sido ignorada pelo governo anterior guiado por um voluntarismo pueril e por objetivos menos nobres.  A alteração da postura da administração foi fundamental para a sobrevivência da companhia que caminhava para um cenário de inviabilidade econômica. O desempenho da ação demonstra que os investidores reconheceram essa mudança. Mas o realizado até agora é suficiente para uma valorização sustentada das ações? As ações ficaram caras após o “rally”?

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O aliado virou algoz dos investidores

Em abril último, escrevi um artigo de alguma repercussão sobre o desempenho dos fundos de ações. Reportagens publicadas ilustravam que nos últimos anos esses fundos, em média, foram capazes de superar os índices da bolsa: Ibovespa, IBrX50 e outros.

A concentração dos indicadores em poucos papéis era, no meu entender, a principal razão da rentabilidade adicional obtida por nossos fundos. O Ibovespa, nosso principal índice acionário, é composto substancialmente de ações de estatais (Petrobras, Banco do Brasil, Eletrobras, Copel e Cemig), empresas de commodities e financeiras.

Mas não fui taxativo. No fim do artigo, deixava essa argumentação em suspenso ao fazer uma provocação: o gestor médio brasileiro obtinha esse bom desempenho em decorrência da qualidade de suas análises ou era realmente da má composição dos índices.

Já transcorridos oito meses, a rentabilidade de nossos fundos em 2016 traz nova luz sobre a questão?

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Petrobras: a polêmica sobre os dividendos

Vítima de uma administração financeira caótica, a Petrobras teve, nos últimos anos, queda abrupta da geração de caixa. O balanço de 2014 apresentou prejuízo, o que prejudicou a distribuição dos proventos anuais, inclusive dos dividendos mínimos das ações preferenciais. Essa decisão foi muito questionada pelos minoritários. Quem está com a razão?

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Falta um Abilio Diniz na Petrobras

Na última semana, o governo anunciou a troca do comando da Petrobras. Saiu Maria das Graças Foster, funcionária de carreira da petrolífera, e entrou Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil, outra estatal.

O mercado reagiu mal com as ações da Petrobras caindo mais de 7% na última sexta feira. Perdeu-se uma excelente oportunidade de devolver alguns bilhões ao valor de mercado da empresa. Ao trazer um executivo próximo ao governo, a presidente demonstra, mais uma vez, sua dificuldade de entender a dinâmica do mercado. Bastava estudar o desempenho recente das ações da BRF  (BRFS3) que responderam bem à troca de comando da empresa mesmo com um resultado operacional ainda fraco.

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Como a Nova Economia pode afetar a bolsa?

Analistas e gestores desconsideram em suas análises temas de destaque na imprensa como alterações demográficas e o aquecimento global. De que forma o arrefecimento estrutural do crescimento econômico e questões ambientais podem afetar o investimento em ações e na Petrobras em particular?

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