Tag Archives: Benjamin Graham

Como escolher suas ações para os próximos anos?

Se perguntássemos a um grupo de gestores quais características as empresas teriam que ter para figurar em uma carteira de ações com prazo de investimento de cinco anos, as respostas não variariam muito. Eles escolheriam empresas que estivessem em um setor com elevada barreira à entrada a competidores, com significativa participação de mercado, com margens robustas e com geração de caixa consistente. Mas isso apenas não basta. De preferência, suas ações deveriam negociar com atrativo potencial de valorização em relação ao preço alvo e com múltiplos depreciados (P/L, FV/Ebitda ou P/VPA). Contudo, empresas com as características definidas acima dificilmente negociam com desconto.  Nesse caso, qual estratégia o gestor deve adotar? Qual tática foi vitoriosa nos últimos anos?

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O desafio da análise das “growth stocks”

Segundo o conceituado gestor Benjamin Graham, uma “growth stock” é definida como a ação de uma empresa que teve crescimento do lucro acima da média no passado e da qual se espera o mesmo no futuro. Logo é normal que os investidores queiram incorporá-las a sua carteira de ações. Contudo, a seleção desses ativos não é fácil.

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O fracasso (?) de Benjamin Graham na bolsa atual

O cultuado investidor Benjamin Graham não tem feito muito sucesso. Sua estratégia parece antiquada. Ao contrário da maioria dos gestores atuais, Graham não fazia projeções dos resultados das empresas. Seus cálculos se baseavam nos lucros pretéritos. Graham buscava ações de empresas sólidas a preços módicos. Hoje, a questão do preço parece secundária. Ações caras são compradas na expectativa do crescimento futuro dos resultados das companhias. Mas se as lições de Graham podem não ter sido suficientes para a escolha das ações de melhor desempenho nos últimos anos, elas impediram que os investidores aplicassem em papéis como as da petroleira OGX, por exemplo, que causaram enormes prejuízos. Somente por essa contribuição, a leitura de Graham já seria fundamental.

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