direito societário

A ditadura das incorporações de ações

O mercado de capitais nacional definhou prejudicado pela caótica situação econômica deixada pelo governo anterior. Além da situação macroeconômica delicada, eventos societários polêmicos vêm afetando negativamente a governança corporativa de nosso mercado.

No início do mês, os investidores foram surpreendidos com o contrato de não competição firmado entre a Qualicorp, operadora de saúde, e seu presidente. Semana passada, o fim da parceria da empresa aérea Gol com sua empresa de fidelidade Smiles fez sua cotação cair quase 40% em apenas um dia. O que podemos aprender com a operação da Smiles?

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A falta de governança ´aleija e até mata`

As ações da operadora de saúde Qualicorp (QUAL3) apresentaram queda de 29,4% na última segunda. A companhia assinou um contrato de não competição com seu Presidente e acionista indireto no valor de R$ 150 milhões por um período de seis anos.  Onde os analistas de mercado erraram? Como os investidores podem se precaver sobre riscos à governança?

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Petrobras: a polêmica sobre os dividendos

Vítima de uma administração financeira caótica, a Petrobras teve, nos últimos anos, queda abrupta da geração de caixa. O balanço de 2014 apresentou prejuízo, o que prejudicou a distribuição dos proventos anuais, inclusive dos dividendos mínimos das ações preferenciais. Essa decisão foi muito questionada pelos minoritários. Quem está com a razão?

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Usiminas, a prova de que errar é humano

Tem sido recorrente nos últimos anos os investidores fazerem apostas equivocadas nas ações votantes de Usiminas (USIM3). Isso começou em 2011 com a entrada da empresa ítalo-argentina Techint Ternium no capital da companhia. Naquela ocasião, os investidores pensaram que esse movimento geraria o direito de os minoritários receberem o valor pago aos controladores originais, conhecido como “tag along”. Contudo, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) frustrou essa pretensão. A CSN, importante minoritária da Usiminas, ainda questiona essa decisão no Judiciário.

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