dicas de investimento

O gestor brasileiro é mesmo eficiente?

Warren Buffett, o mítico investidor americano, já recomendou aos investidores aplicarem em produtos com gestão passiva, ou seja, aqueles cujas carteiras apenas repliquem índices de mercado. Exemplo típico desses produtos são os ETFs (Exchanged Traded Funds). Esses fundos possuem composição idêntica à dos índices de mercado. Por exemplo, o PIBB11 espelha o IBrX-50 e o BOVA11 segue o Ibovespa. No caso do primeiro, por intermédio de um único ativo se adquire automaticamente 50 ações. Mas a recomendação de Buffett vale para o mercado brasileiro?

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Fuja dos golpes financeiros

Quem não quer uma aplicação financeira com alta rentabilidade, baixo risco e liquidez? Esse é o desejo de qualquer investidor. Mas oportunidades assim geralmente escondem armadilhas. Logo, o leitor deve ficar atento. Quais foram as maiores fraudes financeiras da história? Quais cuidados devem ser tomados?

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As lições da Celeste aos investidores

Na última semana, a seleção uruguaia de futebol retornou ao Maracanã para uma partida de Copa do Mundo após 64 anos. O último jogo da equipe celeste no estádio carioca pelo mesmo torneio havia sido de glórias com o triunfo sobre a seleção brasileira na partida final. Antes desse jogo, acreditava-se na possibilidade de a história se repetir. O Uruguai jogaria com uma equipe de menor tradição no futebol. Enquanto o time do sul do continente possui 15 conquistas da Copa América, dois títulos mundiais e duas Olimpíadas, a Colômbia se contenta com uma única Copa América, ganha em 2001 quando o torneio se realizou em solo colombiano. Mas o enredo foi outro. As câmaras não registraram uruguaios comemorando, mas a festa dos “humildes” colombianos. Também nas aplicações, o investidor não pode se valer apenas do desempenho passado para a tomada de decisão. Um ativo que tenha sido vitorioso não significa que permanecerá sendo sempre a melhor opção ou que uma aplicação pouco rentável no passado deva ser para sempre descartada.

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As ações preferidas dos gestores de valor

Foi realizado na última quinta feira, o 7º Congresso Value Investing, evento que reuniu gestores de ações com enfoque na análise fundamentalista. Em dois painéis, os gestores indicaram as ações que eles acreditam ter maior expectativa de retorno no médio prazo. Um dos gestores fez recomendações que fogem do senso comum dos últimos anos.

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Como escolher suas ações para os próximos anos?

Se perguntássemos a um grupo de gestores quais características as empresas teriam que ter para figurar em uma carteira de ações com prazo de investimento de cinco anos, as respostas não variariam muito. Eles escolheriam empresas que estivessem em um setor com elevada barreira à entrada a competidores, com significativa participação de mercado, com margens robustas e com geração de caixa consistente. Mas isso apenas não basta. De preferência, suas ações deveriam negociar com atrativo potencial de valorização em relação ao preço alvo e com múltiplos depreciados (P/L, FV/Ebitda ou P/VPA). Contudo, empresas com as características definidas acima dificilmente negociam com desconto.  Nesse caso, qual estratégia o gestor deve adotar? Qual tática foi vitoriosa nos últimos anos?

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