Yearly Archives: 2014

Fleury, não compre as ações pelos motivos errados

Em novembro de 2013, um dos controladores do laboratório de análises clínicas Fleury, o grupo formado pelos médicos fundadores, resolveu colocar a venda sua participação na empresa. Para assessorá-los, contrataram o banco de investimentos JPMorgan. Alguns analistas consideram que, com base na lei, a saída do grupo da empresa gerará o direito de os minoritários também venderem suas ações ao novo acionista adquirente recebendo por elas o mesmo valor pago ao grupo controlador. Mas cuidado, pois o novo sócio pode não ser obrigado a fazer essa oferta.

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Quem errou na avaliação da B2W: o mercado ou o controlador?

Em 24 de janeiro, a B2W (BTOW3) informou que o fundo americano Tiger, juntamente com sua controladora Lojas Americanas (LAME4) – companhia dos ex-Garantia Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles -, se comprometeu a capitalizar a companhia em R$ 2,38 bilhões. O anúncio surpreendeu pelo tamanho da operação — próximo do valor de mercado da B2W antes do anúncio (R$ 2,452 bilhões) — e pelo preço da emissão das novas ações, equivalente a R$ 25 ou 61,2% superior ao preço de mercado (R$ 15,50) e bem acima dos preços-alvo calculados pelas corretoras que acompanham a empresa. As avaliações de B2W pelos agentes são díspares: de um lado estão os analistas e o mercado e do outro, o controlador e o fundo. Uma coisa é certa: alguém está errado.

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Existe fórmula de sucesso para investir em ações?

Uma das perguntas que mais me fazem nos cursos sobre investimento em ações que ministro é se existe uma “regra de bolo” para se conseguir sucesso. Essa pergunta é complexa, pois depende de vários aspectos. Minha experiência mostrou que se pode ter sucesso com diferentes táticas. O mais importante é conhecer regras básicas para se evitar investimentos arriscados.

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Operar vendido é análise fundamentalista?

Com o pessimismo prevalecendo no mercado acionário, os especialistas sugerem algumas alternativas para se ganhar dinheiro apostando contra a bolsa como, por exemplo, o aluguel de ações, ficar vendido em mercado futuro, lançar opções de venda ou montar estratégias “long/short”. Mas essas operações fazem parte da análise fundamentalista?

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