Monthly Archives: março 2014

2º Curso sobre Mercado Acionário em São Paulo

Obrigado aos participantes pela confiança e pela avaliação positiva do curso realizado dias 15 e 22 de março em São Paulo.

Todos disseram que saíram mais preparados para lidar com suas aplicações e que recomendariam o curso a um amigo.

O conteúdo programático recebeu nota 9, assim como a didática.

A análise por múltiplos, os estudos de casos e as estratégias de investimento foram os temas que mais agradaram os participantes.

Fico feliz de que a estratégia de conciliar a teoria à minha experiência em corretoras e gestoras tenha sido vitoriosa.

Em 7 de junho de 2014, ocorrerá o 3º curso em São Paulo e o 1º em Belo Horizonte será dia 10 de maio.

Caso desejem conhecer o conteúdo programático e demais informações como custo, enviem e-mail para andre.rocha@estrategista.net.

O risco de investir em eventos societários

O mercado acionário brasileiro foi assolado nos últimos meses por eventos societários dos mais diversos tipos: (i) o fechamento de capital da incorporadora Brookfield (BISA3); (ii) o aumento da participação acionária do fundo Tarpon na Cremer (CREM3), da chilena Enersis na elétrica Coelce (COCE5) e de Edson Bueno no laboratório de análises clínicas DASA (DASA3); (iii) a troca de controle na Providência (PRVI3) e (iv) a consolidação das atividades de logística da ALL (ALLL3) e da Rumo, controlada da Cosan (CSAN3). A queda acentuada da bolsa nos últimos meses explica, em grande parte, esses anúncios. Enquanto os acionistas minoritários evitam o mercado acionário, contaminados pelo pessimismo, acionistas majoritários, com visão de longo prazo, aproveitam a oportunidade para investir nessas empresas a preços atrativos. Mas não é apenas a bolsa em baixa que determina a existência de eventos societários. Rumores sobre a troca de controle da TIM Participações (TIMP3), a consolidação entre a Portugal Telecom com a Oi (OIBR4) e a união entre as empresas de educação Anhanguera (AEDU3) e Kroton (KROT3) obedecem a lógicas diversas: na TIM, a necessidade de redução do endividamento da controladora italiana; na Oi, a obtenção de sinergias com a empresa portuguesa, o aumento da governança corporativa e a redução da alavancagem dos acionistas majoritários e nas empresas de educação, os ganhos com sinergias.

Eventos societários podem trazer ganhos relevantes e em curto espaço de tempo para os investidores comuns, mas é importante que se conheça em detalhes as diferentes modalidades de operação societária e os riscos associados a cada uma delas.

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Dividendos podem funcionar como suporte para a bolsa

Uma das perguntas mais frequentes em cursos que ministro ou enviadas por e-mail refere-se à hora apropriada para vender ou, no lado oposto, para comprar uma ação. Assistindo a atual queda da bolsa, a dúvida cresce: “já caiu o bastante, devo entrar?”. Observando os múltiplos e o retorno esperado com dividendos de algumas ações, a queda da bolsa deve perder força. A recuperação da bolsa essa semana pode comprovar essa tese.

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A forma errada de incentivar a bolsa: fundos 157, FGTS e outros

Agentes de mercado se questionam sobre o que deve ser feito para tornar a bolsa mais popular. Na década de 60, foram criados os populares fundos 157. Mais recentemente, deu-se a opção de o trabalhador transferir parte dos recursos da sua conta do FGTS para a aplicação em ações da Petrobras. Essas estratégias, embora bem intencionadas, possuíam erros conceituais graves.  Qual medida poderia ser adotada de forma a facilitar a vida do investidor em ações e, com isso, tornar o mercado acionário mais atrativo?

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